Papel em Branco

Vai o breu e surgem os primeiros raios ramificados do grande provedor da Lactea, que mais parecem vivos. É o dia avisando que está chegando para cumprir mais um trabalho nesta infinita linha temporal.

As virações e as nascenças são mais que um simples ato de troca-dias. É o intermédio entre o que se fez e o que se fará. Entre o se arrepender (talvez) e o imaginar.

Façamos uma metáfora: veja este ato como um “passar a folha” ou “virar a página”, como preferir. Quando se lê, é importante virar a página para descobrir o que lhe aguarda adiante; quando se escreve, é necessário virar a página para escrever o que se deseja viver naquele pequeno pedaço de papel. E é exatamente este último ato que devemos aplicar: virar um dia para escrever um novo.

Então, aproveite para pôr em pauta as ideias mais extravagantes para esse dia. Pois se formos pensar num plano estrutural, o papel é pequeno demais; no entanto, se for num plano ideal, esse dia pode caber uma vida inteira e ainda sobrar algumas linhas para a próxima. Basta querer ser e ter mais do que lhe está posto.

Eis aí mais um papel em branco. Vai escrever o quê?

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